Já faz quase dez meses que a implementação teve início e o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) ainda não emplacou. Representantes da indústria de software defendem que o sucesso do sistema dependerá da mudança que ele causará na vida do telespectador. Não basta ter apenas som e imagem digitais, disse o diretor da Brasscom, Nelson Wortsman.
Mas, para interagir durante a programação televisiva, é necessário que o conversor esteja equipado com middleware com a especificação Ginga. Já há um modelo pronto para ser utilizado, mas ainda não liberado, que é o prteparado para rodar aplicações baseadas na linguagem NCL-Lua. O que emperra é que o middleware que contempla o uso de aplicativos em Java ainda não está completamente desenvolvido.
Empresas de software clamam pelo lançamento do Ginga 1.0, que rodaria primeiramente o que fosse baseado no NCL-Lua. Entretanto, o governo determinou a criação de um fórum que reúne representantes dos radiodifusores, dos fabricantes, das indústrias de software e universidades para decidir as especificações do Ginga. E é esse fórum quem vai liberar o middleware para utilização. o Fórum SBTVD, chefiado por Roberto Franco, resolveu esperar o desenvolvimento da especificação baseada em Java para efetuar o lançamento.
Enquanto isso, caixas de set-top boxes encalham nos estoques das fabricantes. Empresas e entidades de software acreditam que, se esperar mais tempo, o Brasil pode perder a oportunidade de sair na frente de outros países. Já Roberto Franco, do Fórum SBTVD, acha que o lançamento deve ser completo, sem versão 1.0.
O assunto foi discutido nesta quarta-feira (24/09), em São Paulo, durante o evento "TV Digital: uma nova oportunidade para as empresas de software". Para saber mais, leia a reportagem no site da B2B.
E você, é a favor da liberação do Ginga mesmo sem estar habilitado para receber aplicativos Java?
Postado por Thiago Borges em: 24/9/2008 às 17:23:54 comentar(0)
Open source pode esmagar empresas de software?
O Brasil é o 5 º país com maior uso de open source (software livre). No mundo o uso tem crescido substancialmente. Com isso, empresas provedoras de software começam a enfrentar problemas.
“Por quê o usuário vai continuar a pagar uma empresa como Oracle ou IBM pela sua licença de software sendo que pode baixar algo semelhante livremente, sem custo adicional?”, questionou o vice-presidente e analista emérito do Gartner no Grupo de Infra-estrutura da Informação, Donald Feinberg.
Segundo ele, a única maneira de Larry Ellison, CIO da Oracle, atingir o objetivo ter uma empresa de US$ 50 bilhões seria comprar empresas que possuem expertise em hardware. “A tendência é que as companhias de software comprem outras que trabalham com hardware como Sun e Dell dentro de, no máximo, 18 meses”, ressalta.
Qual a sua opinião sobre isso? Será que o open source pode esmagar grandes companhias como IBM e Oracle ou elas vão se preparar e comprar companhias de hardware?
Postado por Juliana Jadon em: 17/9/2008 às 12:23:52 comentar(6)
Google Chrome: simples, inteligente e... pesado?
Na semana passada, o Google causou rebuliço ao anunciar um novo navegador para internet – o Chrome. Criado para concorrer com o Internet Explorer, da Microsoft, e com o Firefox, da fundação Mozilla, o novo browser já abocanhava 1,11% desse mercado dois dias após o lançamento.
O Chrome chamou atenção pelas novas funções, como fazer buscas na barra de endereços, acesso rápido às páginas mais visitadas e aos favoritos, e a plataforma aberta para desenvolvedores criarem novos aplicativos. Muito simples, muito fácil, bem inteligente.
Curioso, lá fui eu baixar o programa para testa-lo. De repente, meu computador ficou lento: aplicativos como Word e Excel começaram a travar, os e-mails do Outlook não baixavam com agilidade... até a famigerada tela azul apareceu!
Não sei se o problema é a minha máquina – com memória não muito extensa – ou se é o navegador. Sei apenas que meu computador só voltou ao normal após desinstalar o Chrome. E você, já utilizou o browser do Google? Qual a sua avaliação?
Postado por Thiago Borges em: 11/9/2008 às 11:59:56 comentar(1)
Foi dada a largada para o OpenSocial no Brasil
O site de relacionamento Orkut lançou, na última quinta-feira, acesso à aplicativos de terceiros criados com o OpenSocial. A plataforma de desenvolvimento possibilita criação de aplicativos com código aberto. Será possível ter diversas funcionalidades na página do Orkut: ouvir música, ver horóscopo, saber os resultados do seu time de futebol e muito mais.
E por enquanto, só isso. Ainda são poucos os programas desenvolvidos. Para esse primeiro rollout em português, o Google Brasil lança 20 aplicativos. A previsão de aumentar esse número depende dos desenvolvedores, mas pode chegar a poucos meses em centenas de aplicativos, segundo Eduardo Tahler, gerente de produtos do Google Brasil. Entre os aplicativos estão, por exemplo, o que integra o Orkut ao Sonora, loja de música digital do Terra, lançado na semana passada.
Todos os aplicativos criados serão homologados pelo Google, por questão de segurança, para evitar que códigos mal feitos sejam explorados por hackers, mas não terá uma avaliação da qualidade do aplicativo, apenas dicas de alinhamento e bom senso. Conforme reiretou Eduardo Tahler: “Um aplicativo bom para nós é aquele que tem uma boa interface e um bom propósito”.
É o passo definitivo para o Orkut se integrar a outros conteúdos, funcionalidade muito esperada pelos usuários e agências de mídia social interessadas em realizar trabalhos de marketing na rede social.
Vamos ver se ele conseguirá se equivaler ao Facebook em uso e popularização de aplicativos. O que, cá entre nós, não será o maior feito do mundo, pois a interface do Facebook fica muito poluída quando muitos aplicativos são adicionados ao mesmo tempo.
Para breve estão prometidas novas funcionalidades, como uma tela de métricas dos gadgets para os desenvolvedores e uso privado. Acompanhe notícias sobre o código usado em http://code.google.com/apis/opensocial/.
Postado por Anderson Costa em: 11/7/2008 às 18:06:14 comentar(0)
Banco pelo celular, mas quando?
No painel entre CIOs, durante o Ciab Febraban 2008, o tema central do ano passado voltou à tona. O crescimento do volume e usuários de serviços bancários pelo celular – m-banking e m-payment – mais uma vez foi questionada e ainda gera dúvidas, especialmente no que diz respeito à capacidade que esse modelo tem de promover a bancarização.
É fato que esse nicho não está aquecido. A CIO da Caixa, Clarice Coppetti, não poupou críticas aos preços praticados no mercado de telefonia. “Até na América Latina temos o custo mais alto entre todos os países para envio de mensagens curtas de texto (SMS)”, disse a executiva.
Mesmo o Banco do Brasil, um dos pioneiros na oferta de serviços pelo celular, ainda apresenta números interessantes diante do mercado, mas pequeno se consideradas as dimensões da instituição financeira. São 600 mil clientes em sua plataforma de banco móvel e 3,5 milhões de transações por mês. Ainda assim, José Luis Prola Salinas, vice-presidente de tecnologia do BB aposta na tecnologia. “É sim um instrumento de bancarização porque oferece mobilidade e flexibilidade para o cliente”, avalia.
Para o CIO do Banrisul, Rubens Salvador Bordini, esse tipo de serviço só será massificado quando os jovens começarem a usar com mais freqüência os serviços bancários. “A nova geração vai aquecer esse mercado”, diz.
Os desafios permanecem os mesmos. A grande variedade de dispositivos – a maior parte inclusive de equipamentos extremamente simples – e os altos custos praticados pelo mercado de telecomunicações ainda travam uma evolução do mobile banking.
Ah, quase esqueci. A segurança também limita. Bordini sabe bem o quanto. Ele contou um pouco da estratégia do Banrisul sobre mobilidade. “Conversamos muito com a área de negócios porque queríamos um sistema que permitisse acesso a partir de tecnologia mais simples e baratas. O banco decidiu, entretanto, por modelos mais sofisticados, com recursos mais seguros, mas embutidos somente em 25% dos aparelhos na região”.
Postado por Eduardo Vasques em: 12/6/2008 às 12:19:20 comentar(0)
Saia justa
Um congressista foi responsável por causar uma grande saia justa entre CIOs de alguns grandes bancos brasileiros durante o Ciab Febraban, principal evento de tecnologia bancária da América Latina que acontece até a próxima sexta-feira. Durante uma mesa redonda promovida com representantes da área de tecnologia de instituições financeiras como Safra, Banco do Brasil, Caixa, Banrisul, Banco Votorantim, a questão colocada estimulou os executivos a falarem sobre o que está sendo preparado por eles no que diz respeito ao mobile banking e pagamentos móveis por conta do lançamento e da grande penetração que o iPhone vem ganhando no Brasil. O silêncio se fez entre todos os presentes e ninguém soube o que dizer.
Postado por Eduardo Vasques em: 11/6/2008 às 18:13:54 comentar(0)
Startups no Brasil? Tem, sim senhor!
Hoje estou no Gafanhoto, espaço de eventos em São Paulo, para acompanhar um encontro que vai promover algumas startups brasileiras. O networking é intenso, troca de cartões, de cumprimentos, de idéias para novos negócios e parcerias.
Algumas coisas interessantes por aqui hoje: O Wikicrimes, um wiki direcionado para denúncias de crime feitas por usuários, que são mapeadas e 'tagueadas' para identificar onde foi o delito. E o Xpock, sistema de vídeos online similar ao Youtube, porém com uma ferramenta de métricas extremamente avançada.
É só o começo. O mercado de startups está bem aquecido no Brasil. Algumas empresas novas já fazem um barulho no mercado, atraindo o capital de risco e aportes financeiros. Vamos dar um melhor panorama sobre isso na próxima edição da B2B Magazine. Fiquem de olho.
Postado por Anderson Costa em: 4/6/2008 às 15:11:15 comentar(0)
Na terra do Mickey, IBM apresenta seus herois
De volta a Orlando onde tudo comecou há 11 anos, a Rational Software (hoje parte da divisão de software da IBM, desde a aquisição em 2003), deu início nesta segunda-feira as atividades da IBM Rational Software Development Conference, evento que reúne na terra do Mickey Mouse 3500 participantes essa semana, especialmente profissionais de TI voltados para a área de desenvolvimento.
Apesar da localidade, não foram ratos gigantes nem princesas encantadas que trataram de entreter a audiência do evento, mas novos heróis de vanguarda – os R-Heroes, times de desenvolvimento de software traduzidos pela IBM Rational Software para o universo da animação durante toda a comunicação do evento.
Sim, pode parecer infantil ou fantasioso demais pintar desenvolvedores como heróis num primeiro momento, mas basta uma rápida reflexão para lembrar que hoje não há empresa que viva sem o suporte de softwares por trás de seus processos.
“Estão prontos para salvar o dia?” Essa é a pergunta que norteia a missão desses heróis, que nos moldes da liga extraordinária ou turma do capitão planeta, ao invés de combater inimigos fantásticos e a briga entre o bem e o mal, se unem para proteger o mundo do caos, garantindo que os sistemas críticos estejam sob controle, assim como os sofwares entregues dentro do prazo, as falhas corrigidas e todos os clamores dos usuários finais e empresas-clientes atendidos e solucionados ao final da jornada.
O ritmo de trabalho e a pressão das áreas de tecnologia é intenso e os prazos cada vez mais curtos tornam a conclusão do trabalho realmente heróica. Mostrar o quão importante são esses profissionais para o mundo e como é possivel trabalhar com mais eficiência por meio de redes de colaboração em equipes globais é o principal discurso presente na conferência, tudo isso sem deixar de lado , claro, o pé no chão, reconhecendo o ser humano que está por trás das máquinas.
Com mais de 300 sessões, o ritmo do evento é acelerado, de desafiar a resistência de reles mortais como eu, que nao sou heroína com múltiplos poderes e por isso mesmo, seguirei aqui tentando prestar o máximo de atenção para contar direitinho os detalhes e resultados dessa conferência na versão impressa da B2B Magazine de junho para vocês, e quem sabe, com um pouco de sorte e tempo, também em nosso site.
Postado por Paula Pereira em: 4/6/2008 às 10:07:07 comentar(0)
Twitter e o fluxo de informação
Felipe chegou ao mundo. Sua história, ou melhor, a trajetória dele é, digamos, inusitada. Todos os passos até o seu nascimento foram narrados por seu pai, Samuel Guimarães, via Twitter, conforme você viu aqui na B2B Magazine. É importante prestar atenção também no fluxo de informação.
A história caiu em minhas mãos por uma trilha rápida. Raquel Camargo – responsável pelo blog Twitter Brasil – publicou um comentário na redes social e avisou Gilberto Pavoni Junior. Ele me transmitiu a informação e publiquei a nota. Imediatamente acessei o endereço de Guimarães e passei a seguir sua narrativa.
As empresas terão que aprender, cada vez mais, a lidar com esse fluxo de informação rápido, dinâmico, interconectado. Em apenas três contatos a notícia estava lá, pronta. De três pessoas, milhares passariam a ter conhecimento do fato. É o poder do boca-a-boca, usando a web como plataforma para disseminação de dados. Aliás, quer ver alguma foto do pequeno Felipe? Vá lá na página do Guimarães no próprio Twitter e siga os links.
Postado por Eduardo Vasques em: 19/5/2008 às 14:52:48 comentar(0)
Pensam que é só no Brasil?
Escândalo, em alguns momentos, parece ser uma virtude de brasileiros. Mas não somos os únicos. Depois da bagunça que tomou conta da Cisco por fraudes em operações de importação e sonegação fiscal, mais uma empresa se vê às voltas com problemas legais. Não aqui no Brasil, mas na sede, na Coréia do sul. O principal executivo da Samsung, Lee Kun-hee renunciou ao posto depois de ser acusado por coordenar a criação do famoso “Caixa 2” para enriquecimento ilícito e também por sonegação fiscal.
Segundo o noticiário internacional, outros seis executivos da empresa foram acusados de participar do esquema. Ninguém foi preso ainda por conta dos problemas que isso causaria não só aos negócios da empresa, mas no mercado sul-coreano em plena expansão e dependente de vários nichos nos quais a companhia atua e é forte. E olha que o líder do grupo, que detém quase 60 empresas ao todo, é simplesmente o filho de um dos fundadores da companhia, responsável pela criação da Samsung em 1938. Não se sabe, ainda, qual a proporção da investigação que está sendo iniciada, mas estima-se que ela vai chegar a algumas subsidiárias.
Postado por Eduardo Vasques em: 22/4/2008 às 18:01:00 comentar(2)
Gigante no e-commerce nacional
O Wal-Mart anunciou, ainda que de forma tímida e sem muitos dados, sua entrada no comércio eletrônico brasileiro. A iniciativa era esperada já faz algum tempo, mas parece que agora é oficial. A operação ainda não foi detalhada pela empresa, mas certamente deve agitar o mercado nacional de e-commerce. O setor ficou muito consolidado depois da fusão entre Submarino e Americanas.com e anda bastante pulverizado em pequenas iniciativas. Além disso, um dos principais pontos para o sucesso de portais de e-commerce está na logística. E isso, ninguém pode negar, foi exatamente o que tornou o Wal Mart em uma das maiores empresas do mundo. Agora, é só esperar para ver no que isso vai dar.
Postado por Eduardo Vasques em: 18/4/2008 às 15:13:02 comentar(0)
Centro da discussão
As divergências entre Microsoft e Yahoo! continuam. A mais nova empreitada do portal de buscas - que recebeu a oferta de US$ 44,6 bilhões de compra da gigante de software - é utilizar a plataforma de anúncios do Google, principal rival da companhia fundada por Bill Gates. Por enquanto, o uso está restrito somente aos Estados Unidos e tem previsão de durar apenas duas semanas.
Com isso, voltam à tona as discussões de uma possível união de Yahoo! e Google, concentração de mercado e assim por diante. Até mesmo especulações envolvendo a News Corp, do magnata da mídia Rupert Murdoch, na compra do portal de buscas cobiçado pela Microsoft surgiram nas últimas semanas. O grupo AOL / Time Warner também estaria interessado segundo alguns jornais americanos.
Quem diria. Um dia da caça, outro do caçador. Pouco tempo atrás o Yahoo! era condenado pelo mercado por ser uma empresa que parou no tempo, sem promover mudanças significativas, que fez com que o Google pudesse abraçar a web com vários tentáculos. Hoje, o portal comandando por Jerry Yang está por cima da carne seca e virou o centro da discussão. Pode, inclusive, ser o responsável pela definição de um dos grandes lados ou pela formação de um grupo forte o suficiente para combater o Google. Quem vai levar?
Postado por Eduardo Vasques em: 10/4/2008 às 11:22:04 comentar(0)
A famosa regra dos cinco
Falar sobre futuro é uma tarefa ambivalente, algo parecido com técnico de time de futebol. Se quem prega determinada linha de raciocínio ou lógica acertar, recebe todas as glórias e é exaltado por onde quer que passe. Se as previsões não se concretizam, vaias, muitas vaias. Marcel Holtmann, desenvolvedor de Bluetooth para Linux, arriscou hoje durante o Bossa Conference.
Apesar das constantes quedas de energia no hotel onde o evento acontece, ele tentou abordar o futuro do sistema aberto na plataforma wireless. “Vamos nos divertir com o passado dessa relação entre Linux e Wireless”, começou o especialista lembrando sobre as primeiras experiências entre os dois ambientes, realizadas em meados de 1999.
Isso dá uma noção de um fato que ele mais destacou durante sua apresentação: o tempo. “Não adianta, qualquer coisa que se faça nesse sentido hoje exige cinco anos para atingir o mercado de massa. Em desenvolvimento, é preciso sempre pensar na regra dos cinco”, ressaltou Holtmann.
Em relação ao padrão WiMax, a mais recente vedete da conexão, ele também deu algumas dicas do que está por vir. Informou que a Intel já está produzindo chips com tecnologia WiMax e que a Nokia se preparar para lançar um tablet com a tecnologia embutida. “É tudo o que posso dizer sobre isso nesse momento”, finalizou o especialista.
Postado por Eduardo Vasques em: 18/3/2008 às 11:23:13 comentar(0)
Linux, tablet e celular
Durante o Bossa Conference, evento promovido pelo Instituto Nokia de Tecnologia sobre plataformas abertas para mobilidade, chama atenção um ponto: desde ontem, a única citação a utilização de software livre em celular veio de Michael “Mickey” Laner, arquiteto da Open Moko.
Todas as apresentações – muito técnicas, inclusive – trazem aplicações, uso e design baseados em sistemas abertos para tablets e PCs.
Laner mostrou um dispositivo com sistema operacional baseado em software livre que foi batizado de NEO 1973. Segundo o executivo, trata-se de uma segunda versão, melhorada do aparelho que ainda não está no mercado. O celular é leve e funciona com toque na tela. “Queremos transformá-lo num verdadeiro playground para desenvolvedores”, afirma o arquiteto.
O executivo disse que a previsão é tentar massificar o dispositivo a partir de abril e diz avaliar a possibilidade de trazê-lo ao Brasil.
Postado por Eduardo Vasques em: 18/3/2008 às 11:19:30 comentar(0)
E que comunidade...
Em uma primeira impressão – e com uma pequena dose de preconceito – são muitos nerds, programadores debruçados sobre uma infinidade de códigos, apaixonados por gadgets e paramentados com parafernálias tecnológicas, notebooks de última geração. Por trás desse conceito esteriotipado, porém, há muito mais do que imaginamos.
Alguns dos gênios do mundo de software livre estão logo ali, na mesa ao lado, de bermudas, camiseta e chinelo para suportar o calor que faz neste momento em Porto de Galinhas. No Bossa Conference, evento organizado pelo Instituto Nokia de Tecnologia, Alp Toker, John “J5” Palmieri, Rasterman, Marcel Holtmann dividem os mesmos espaços e trocam idéias.
A meta é simples, colocar a comunidade de sistemas abertos em contato para dirimir dúvidas, aprender, compartilhar códigos e novidades, experiência pura. Essa parece ser a tônica. Tanto que o evento tem um modelo diferenciado: as apresentações acabam por volta das 16h e, a partir daí, os participantes são convidados para um lounge preparado pela organização para que as idéias tenham vazão. Certamente daqui devem sair algumas boas evoluções na utilização de software livre em dispositivos móveis.
Sabem o que é o melhor desse evento? Não há aqueles entusiastas, levantando bandeiras por códigos livres e conclamando a morte de empresas desenvolvedoras de programas fechados.
Postado por Eduardo Vasques em: 17/3/2008 às 14:48:23 comentar(0)