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Uma vaca no Orkut

Brasileiro é chegado num relacionamento – seja olho no olho, seja virtual. Não é à toa que o povo daqui é o que mais utiliza redes sociais. Já somos maioria no Orkut e no Sonico, as duas redes mais acessadas pela gente dessa terra.

E tem que invente moda, criando comunidades e perfis para seus animais de estimação. Você provavelmente conhece alguém que criou uma página no Orkut para o cachorro, que é tratado como membro da família.

Pois teve gente que foi mais longe e fez o perfil de uma vaca. A novilha se chama Juliana, que pertence a uma família de Campo Grande (MS) e tem mais de cem contatos na sua lista de amigos.

No álbum de fotografias, ela aparece andando de carro, faz poses de modelo, comenta os quilos a mais que ganhou nos últimos tempos e mostra cenas de seu cotidiano com a família – inclusive em festas de aniversário.

Juliana torce para o Corinthians, participa de comunidades como “As vacas vão dominar o mundo”, “Sou da roça, e daí?”, “Pantanal” e “Amamos as vacas”, entre outras. Juliana também usa o aplicativo BuddyPoke.

Ficou curioso? Adicione a vaquinha e interaja com ela.



Postado por Thiago Borges em: 15/6/2009 às 11:48:26 comentar(0)

Para espantar a insegurança

No segundo dia da VIII Conferência Gartner de Integração Empresarial em São Paulo, os assuntos continuaram as discussões apresentadas ontem. Muito bem organizado, no Sheraton WTC, em São Paulo. Cerca de 400 participantes e mais 50 expositores estiveram nas palestras, entre executivos de órgãos governamentais, empresas públicas e privadas.

Segundo alguns executivos entrevistados por mim, SOA, a Arquitetura Orientada a Serviços, que reaproveita sistemas legados e a Integração deve despontar como a solução para todos os problemas. O fato é que a previsão do próprio Gartner, coloca a tecnologia de SOA em oitavo lugar em uma lista de 10 tecnologias que auxiliarão as empresas na América Latina neste ano.

São elas: BI (Business Intelligence), os softwares ERP, CRM e SCM, seguidos por virtualização, VoIP (do inglês, voz sobre IP), redesenho de legado, softwares para segurança, colaboração, SOA, mobilidade e gestão de workflow. A área de BI aparece em primeiro, porque, segundo Donald Feinberg, vice-presidente de pesquisas do Gartner, terá mais investimentos pela necessidade de redesenhar e acompanhar processos, como acontecerá também em BPM.

Hoje, Frank Kenney, diretor do instituto, disse que acredita bastante em Cloud Computing para espantar a insegurança do mercado de TI e também como a tecnologia salvadora. Afinal, além de reduzir custos e ter o Google como referência (além da Amazom, claro), a computação em nuvem permite que você pague por aquilo que realmente use. “E não compre pacotes nos quais nem sempre vai utilizar metade do que está ali”, disse. Bem-humorado, Kenney acrescentou que todos deveriam aprender as lições do Google, que, com eficiência muda os sistemas de milhões de usuários, sem que eles nem percebam.

A VIII Conferência Gartner de Integração Empresarial contou com a participação das empresas ATE, Blue Coat, Dimension Data, IBM, Informatica, InterSystems, Oracle, RIM, SAP, SoftwareAG, Tibco e da B2B Magazine.



Postado por Roberta Salles em: 15/4/2009 às 17:28:06 comentar(0)

Que crise é essa?

Tudo bem que não se trata de nenhuma “marolinha”, como previa o presidente Lula em setembro passado. Mas a crise financeira mundial não representa uma tsunami, pelo menos para alguns setores brasileiros.

Apesar das demissões em massa em dezembro e da queda na produção industrial, as empresas nacionais ou até mesmo subsidiárias de companhias estrangeiras preferem enxergar o “copo mais cheio”.

Uma pesquisa recente divulgada pelo Ibope Inteligência e realizada em 17 países pela WIN (Worldwide Independent Network of Market Research) aponta que o mundo está pessimista com a crise. Cerca de 49% dos entrevistados esperam a piora financeira de seu país nos próximos três meses e apenas 12% estão otimistas em relação ao futuro.

Mas o cenário muda nos países emergentes, como Índia, Brasil e China.No Brasil, apenas 19% acreditam que a situação financeira do país irá piorar nos próximos meses e 34% apostam em melhorias.

Entre as empresas de TI e telecom, o clima também é de otimismo. A IDC apontou em estudo divulgado em janeiro que a América Latina será o mercado com maior crescimento em todo mundo, ainda que em menor ritmo que o notado no ano passado.

E uma frase virou chavão entre os executivos do setor: “a crise gera oportunidades de negócio”. Isso foi dito em encontros realizados no ano passado e também agora, no início de 2009. Avaya, Dimension Data, Symantec, SAS e Senior Sistemas  são alguns de exemplos.

A Brasscom, que representa empresas do setor, faz propaganda positiva da situação. “Independente do que aconteça no mercado internacional, o Brasil é um dos mercados mais atrativos com uma economia mais bem preparada para absorver os impactos da crise”, disse Antonio Gil, presidente da entidade.

“No começo o sonho era exportar cerca de R$ 100 milhões ou R$ 200 milhões e no final do ano passado fechamos com R$ 1,3 bilhão exportados. Isso demonstra o quanto o cenário mudou ao nosso favor”, completou.

E na sua empresa, quais os efeitos da crise até agora? O que mudou? Participe. O debate continua no fórum PME, que discute também assuntos relacionados às pequenas e médias empresas.



Postado por Thiago Borges em: 11/2/2009 às 11:12:48 comentar(0)

Um lugar ao sol digital (direto do Campus Party)

Estou aqui no Campus Party e as impressões, para mim, como primeira vez em um evento destes é sentir o real poder da comunicação e colaboração. O evento, que ocupa completamente ao menos dois pavilhões do Centro Imigrantes tem as principais empresas de telecomunicações, marketing, publicidade e comunicação do país. O fato curioso é que muitas delas são campeãs de reclamações por parte de seus consumidores (vide as de telefonia celular) e parecem estar aqui para "fazer número'.

Opiniões pessoais à parte, sim, todas têm atrativos especiais e lutam por um lugarzinho ao sol do mundo digital. E conquistar estes fãs, muitas vezes ávidos por tecnologias novas a cada segundo não é brincadeira. Em um dos pavilhões estandes gigantes com modelos bonitos expõem, além de sua tecnologia, jogos, filmes, além dos chamados computadores de última geração. A robótica também está presente. Mas o que eu sinto é que muita gente está aqui para marcar presença. E não que isso seja menos importante. Escutei um estudante de tecnologia  (que não quis dar entrevista) dizer que não viu tantas novidades quanto gostaria. "... a palestra que vi sobre html era muito básica. E quem vai assistir a palestra destas se não tiver algum conhecimento?", dizia o rapaz a alguns amigos.

Por outro lado, vi uma necessidade de contato real imensa entre os participantes. Faz pouco tempo fui abordada por dois rapazes, com seus notebooks em punho, no qual, por meio de suas telas viradas para frente e um ao lado do outro diziam: "Ele quer um abraço >>>" E no outro: "Sim, eu quero :)". Figuras inusitadas, sem dúvida, mas que no fundo, confessam querer ver o quanto conseguem de abraços, mesmo sendo 100% conectados. E a cada afago conquistado, um enter era dado para computar o número, que na minha vez atingira o número 26.
 
Acabo de acompanhar um painel sobre RP Digital, no qual a principal questão foi a falta de cultura das empresas, para lidar com twitters, blogs, comunidades e redes sociais, independemente de seu segmento ou porte. O debate revelou que muitas companhias parecem ter medo de expor suas relações em canais que abertos. Na contramão dos conceitos de redes sociais (ou social media), algumas até topariam ter um blog corporativo ou uma conta no twitter, desde que moderassem todos os comentários feitos ou até mesmo que esses fossem impedidos. Com base nesta idéia, me despeço com uma pergunta: qual a vantagem de se "dizer" 2.0 se a sua comunidade afim não puder ser ouvida?

Até mais!



Postado por Roberta Salles em: 22/1/2009 às 23:36:26 comentar(0)

Fórum PME está bombando

Para quem acompanha o fórum de debates sobre pequenas e médias empresas (PMEs), promovido pela B2B Magazine em parceria com o Ibmec-São Paulo, Sebrae-SP e Totvs, pode participar agora das novas discussões.

O assunto agora é a crise. Produção industrial em queda, desemprego recorde no mês de dezembro... Como as PMEs estão sendo afetadas? Segundo o Sebrae-SP, o faturamento dessas empresas caiu 10% em novembro do ano passado – se comparado com o ano anterior.

Mas os empresários estão otimistas e mais da metade acredita que a economia vai reverter a situação. E você, o que espera?

Para participar, basta acessar o Fórum PME, cadastrar-se e aguardar a confirmação que será enviada para seu e-mail e pronto. Após a confirmação, você poderá comentar e criar tópicos de discussão.



Postado por Thiago Borges em: 21/1/2009 às 09:45:13 comentar(0)

Politicagem na web 2.0

O senador petista Eduardo Suplicy é o mais novo político a aderir à onda da internet. Desde a última segunda-feira (19/01), ele comanda o blog do Suplicy no portal web MTV – emissora voltada para o público jovem.

Para começar, Suplicy aborda a questão do italiano Cesare Battisti, que causou polêmica por ser condenado por quatro assassinatos em seu país de origem e pediu asilo político ao governo brasileiro.

Outros políticos famosos que também têm blog são os deputados federais Fernando Gabeira (PV-RJ) e Raul Jungman (PPS-PE), o ex-prefeito carioca César Maia (DEM) e a ex-vereadora Soninha Francine (PPS), de São Paulo.

Quem será o próximo?



Postado por Thiago Borges em: 20/1/2009 às 10:22:01 comentar(0)

Quando vamos conversar com a TV?

Já faz quase dez meses que a implementação teve início e o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) ainda não emplacou. Representantes da indústria de software defendem que o sucesso do sistema dependerá da mudança que ele causará na vida do telespectador. Não basta ter apenas som e imagem digitais, disse o diretor da Brasscom, Nelson Wortsman.

Mas, para interagir durante a programação televisiva, é necessário que o conversor esteja equipado com middleware com a especificação Ginga. Já há um modelo pronto para ser utilizado, mas ainda não liberado, que é o prteparado para rodar aplicações baseadas na linguagem NCL-Lua. O que emperra é que o middleware que contempla o uso de aplicativos em Java ainda não está completamente desenvolvido.

Empresas de software clamam pelo lançamento do Ginga 1.0, que rodaria primeiramente o que fosse baseado no NCL-Lua. Entretanto, o governo determinou a criação de um fórum que reúne representantes dos radiodifusores, dos fabricantes, das indústrias de software e universidades para decidir as especificações do Ginga. E é esse fórum quem vai liberar o middleware para utilização. o Fórum SBTVD, chefiado por Roberto Franco, resolveu esperar o desenvolvimento da especificação baseada em Java para efetuar o lançamento.

Enquanto isso, caixas de set-top boxes encalham nos estoques das fabricantes. Empresas e entidades de software acreditam que, se esperar mais tempo, o Brasil pode perder a oportunidade de sair na frente de outros países. Já Roberto Franco, do Fórum SBTVD, acha que o lançamento deve ser completo, sem versão 1.0.

O assunto foi discutido nesta quarta-feira (24/09), em São Paulo, durante o evento "TV Digital: uma nova oportunidade para as empresas de software". Para saber mais, leia a reportagem no site da B2B.

E você, é a favor da liberação do Ginga mesmo sem estar habilitado para receber aplicativos Java?



Postado por Thiago Borges em: 24/9/2008 às 17:23:54 comentar(0)

Open source pode esmagar empresas de software?

O Brasil é o 5 º país com maior uso de open source (software livre). No mundo o uso tem crescido substancialmente. Com isso, empresas provedoras de software começam a enfrentar problemas.

“Por quê o usuário vai continuar a pagar uma empresa como Oracle ou IBM pela sua licença de software sendo que pode baixar algo semelhante livremente, sem custo adicional?”, questionou o vice-presidente e analista emérito do Gartner no Grupo de Infra-estrutura da Informação, Donald Feinberg.

Segundo ele, a única maneira de Larry Ellison, CIO da Oracle, atingir o objetivo ter uma empresa de US$ 50 bilhões seria comprar empresas que possuem expertise em hardware. “A tendência é que as companhias de  software comprem outras que trabalham com hardware como Sun e Dell dentro de, no máximo, 18 meses”, ressalta.
 
Qual a sua opinião sobre isso? Será que o open source pode esmagar grandes companhias como IBM e Oracle ou elas vão se preparar e comprar companhias de hardware?



Postado por Juliana Jadon em: 17/9/2008 às 12:23:52 comentar(3)

Google Chrome: simples, inteligente e... pesado?

Na semana passada, o Google causou rebuliço ao anunciar um novo navegador para internet – o Chrome. Criado para concorrer com o Internet Explorer, da Microsoft, e com o Firefox, da fundação Mozilla, o novo browser já abocanhava 1,11% desse mercado dois dias após o lançamento.

O Chrome chamou atenção pelas novas funções, como fazer buscas na barra de endereços, acesso rápido às páginas mais visitadas e aos favoritos, e a plataforma aberta para desenvolvedores criarem novos aplicativos. Muito simples, muito fácil, bem inteligente.

Curioso, lá fui eu baixar o programa para testa-lo. De repente, meu computador ficou lento: aplicativos como Word e Excel começaram a travar, os e-mails do Outlook não baixavam com agilidade... até a famigerada tela azul apareceu!

Não sei se o problema é a minha máquina – com memória não muito extensa – ou se é o navegador. Sei apenas que meu computador só voltou ao normal após desinstalar o Chrome. E você, já utilizou o browser do Google? Qual a sua avaliação?



Postado por Thiago Borges em: 11/9/2008 às 11:59:56 comentar(1)

Foi dada a largada para o OpenSocial no Brasil
O site de relacionamento Orkut lançou, na última quinta-feira, acesso à aplicativos de terceiros criados com o OpenSocial. A plataforma de desenvolvimento possibilita criação de aplicativos com código aberto. Será possível ter diversas funcionalidades na página do Orkut: ouvir música, ver horóscopo, saber os resultados do seu time de futebol e muito mais.

E por enquanto, só isso. Ainda são poucos os programas desenvolvidos. Para esse primeiro rollout em português, o Google Brasil lança 20 aplicativos. A previsão de aumentar esse número depende dos desenvolvedores, mas pode chegar a poucos meses em centenas de aplicativos, segundo Eduardo Tahler, gerente de produtos do Google Brasil. Entre os aplicativos estão, por exemplo, o que integra o Orkut ao Sonora, loja de música digital do Terra, lançado na semana passada.

Todos os aplicativos criados serão homologados pelo Google, por questão de segurança, para evitar que códigos mal feitos sejam explorados por hackers, mas não terá uma avaliação da qualidade do aplicativo, apenas dicas de alinhamento e bom senso. Conforme reiretou Eduardo Tahler: “Um aplicativo bom para nós é aquele que tem uma boa interface e um bom propósito”.

É o passo definitivo para o Orkut se integrar a outros conteúdos, funcionalidade muito esperada pelos usuários e agências de mídia social interessadas em realizar trabalhos de marketing na rede social.

Vamos ver se ele conseguirá se equivaler ao Facebook em uso e popularização de aplicativos. O que, cá entre nós, não será o maior feito do mundo, pois a interface do Facebook fica muito poluída quando muitos aplicativos são adicionados ao mesmo tempo.

Para breve estão prometidas novas funcionalidades, como uma tela de métricas dos gadgets para os desenvolvedores e uso privado. Acompanhe notícias sobre o código usado em http://code.google.com/apis/opensocial/.


Postado por Anderson Costa em: 11/7/2008 às 18:06:14 comentar(0)

Banco pelo celular, mas quando?
No painel entre CIOs, durante o Ciab Febraban 2008, o tema central do ano passado voltou à tona. O crescimento do volume e usuários de serviços bancários pelo celular – m-banking e m-payment – mais uma vez foi questionada e ainda gera dúvidas, especialmente no que diz respeito à capacidade que esse modelo tem de promover a bancarização.

É fato que esse nicho não está aquecido. A CIO da Caixa, Clarice Coppetti, não poupou críticas aos preços praticados no mercado de telefonia. “Até na América Latina temos o custo mais alto entre todos os países para envio de mensagens curtas de texto (SMS)”, disse a executiva.

Mesmo o Banco do Brasil, um dos pioneiros na oferta de serviços pelo celular, ainda apresenta números interessantes diante do mercado, mas pequeno se consideradas as dimensões da instituição financeira. São 600 mil clientes em sua plataforma de banco móvel e 3,5 milhões de transações por mês. Ainda assim, José Luis Prola Salinas, vice-presidente de tecnologia do BB aposta na tecnologia. “É sim um instrumento de bancarização porque oferece mobilidade e flexibilidade para o cliente”, avalia.

Para o CIO do Banrisul, Rubens Salvador Bordini, esse tipo de serviço só será massificado quando os jovens começarem a usar com mais freqüência os serviços bancários. “A nova geração vai aquecer esse mercado”, diz.

Os desafios permanecem os mesmos. A grande variedade de dispositivos – a maior parte inclusive de equipamentos extremamente simples – e os altos custos praticados pelo mercado de telecomunicações ainda travam uma evolução do mobile banking.

Ah, quase esqueci. A segurança também limita. Bordini sabe bem o quanto. Ele contou um pouco da estratégia do Banrisul sobre mobilidade. “Conversamos muito com a área de negócios porque queríamos um sistema que permitisse acesso a partir de tecnologia mais simples e baratas. O banco decidiu, entretanto, por modelos mais sofisticados, com recursos mais seguros, mas embutidos somente em 25% dos aparelhos na região”.
 

Postado por Eduardo Vasques em: 12/6/2008 às 12:19:20 comentar(0)

Saia justa
Um congressista foi responsável por causar uma grande saia justa entre CIOs de alguns grandes bancos brasileiros durante o Ciab Febraban, principal evento de tecnologia bancária da América Latina que acontece até a próxima sexta-feira. Durante uma mesa redonda promovida com representantes da área de tecnologia de instituições financeiras como Safra, Banco do Brasil, Caixa, Banrisul, Banco Votorantim, a questão colocada estimulou os executivos a falarem sobre o que está sendo preparado por eles no que diz respeito ao mobile banking e pagamentos móveis por conta do lançamento e da grande penetração que o iPhone vem ganhando no Brasil. O silêncio se fez entre todos os presentes e ninguém soube o que dizer.

Postado por Eduardo Vasques em: 11/6/2008 às 18:13:54 comentar(0)

Startups no Brasil? Tem, sim senhor!
Hoje estou no Gafanhoto, espaço de eventos em São Paulo, para acompanhar um encontro que vai promover algumas startups brasileiras. O networking é intenso, troca de cartões, de cumprimentos, de idéias para novos negócios e parcerias.

Algumas coisas interessantes por aqui hoje: O Wikicrimes, um wiki direcionado para denúncias de crime feitas por usuários, que são mapeadas e 'tagueadas' para identificar onde foi o delito. E o Xpock, sistema de vídeos online similar ao Youtube, porém com uma ferramenta de métricas extremamente avançada.

É só o começo. O mercado
  de startups está bem aquecido no Brasil. Algumas empresas novas já fazem um barulho no mercado, atraindo o capital de risco e aportes financeiros. Vamos dar um melhor panorama sobre isso na próxima edição da B2B Magazine. Fiquem de olho.


Postado por Anderson Costa em: 4/6/2008 às 15:11:15 comentar(0)

Na terra do Mickey, IBM apresenta seus herois
 De volta a Orlando onde tudo comecou há 11 anos, a Rational Software (hoje parte da divisão de software da IBM, desde a aquisição em 2003), deu início nesta segunda-feira as atividades da IBM Rational Software Development Conference, evento que reúne na terra do Mickey Mouse 3500 participantes essa semana, especialmente profissionais de TI voltados para a área de desenvolvimento.

Apesar da localidade, não foram ratos gigantes nem princesas encantadas que trataram de entreter a audiência do evento, mas novos heróis de vanguarda – os R-Heroes, times de desenvolvimento de software traduzidos pela IBM Rational Software para o universo da animação durante toda a comunicação do evento.

Sim, pode parecer infantil ou fantasioso demais pintar desenvolvedores como heróis num primeiro momento, mas basta uma rápida reflexão para lembrar que hoje não há empresa que viva sem o suporte de softwares por trás de seus processos.

“Estão prontos para salvar o dia?” Essa é a pergunta que norteia a missão desses heróis, que nos moldes da liga extraordinária ou turma do capitão planeta, ao invés de combater inimigos fantásticos e a briga entre o bem e o mal, se unem para proteger o mundo do caos, garantindo que os sistemas críticos estejam sob controle, assim como os sofwares entregues dentro do prazo, as falhas corrigidas e todos os clamores dos usuários finais e empresas-clientes atendidos e solucionados ao final da jornada.

O ritmo de trabalho e a pressão das áreas de tecnologia é intenso e os prazos cada vez mais curtos tornam a conclusão do trabalho realmente heróica. Mostrar o quão importante são esses profissionais para o mundo e como é possivel trabalhar com mais eficiência por meio de redes de colaboração em equipes globais é o principal discurso presente na conferência, tudo isso sem deixar de lado , claro, o pé no chão, reconhecendo o ser humano que está por trás das máquinas.

Com mais de 300 sessões, o ritmo do evento é acelerado, de desafiar a resistência de reles mortais como eu, que nao sou heroína com múltiplos poderes e por isso mesmo, seguirei aqui tentando prestar o máximo de atenção para contar direitinho os detalhes e resultados dessa conferência na versão impressa da B2B Magazine de junho para vocês, e quem sabe, com um pouco de sorte e tempo, também em nosso site.


Postado por Paula Pereira em: 4/6/2008 às 10:07:07 comentar(0)

Twitter e o fluxo de informação
Felipe chegou ao mundo. Sua história, ou melhor, a trajetória dele é, digamos, inusitada. Todos os passos até o seu nascimento foram narrados por seu pai, Samuel Guimarães, via Twitter, conforme você viu aqui na B2B Magazine. É importante prestar atenção também no fluxo de informação.

A história caiu em minhas mãos por uma trilha rápida. Raquel Camargo – responsável pelo blog Twitter Brasil – publicou um comentário na redes social e avisou Gilberto Pavoni Junior. Ele me transmitiu a informação e publiquei a nota. Imediatamente acessei o endereço de Guimarães e passei a seguir sua narrativa.

As empresas terão que aprender, cada vez mais, a lidar com esse fluxo de informação rápido, dinâmico, interconectado. Em apenas três contatos a notícia estava lá, pronta. De três pessoas, milhares passariam a ter conhecimento do fato. É o poder do boca-a-boca, usando a web como plataforma para disseminação de dados. Aliás, quer ver alguma foto do pequeno Felipe? Vá lá na página do Guimarães no próprio Twitter e siga os links.


Postado por Eduardo Vasques em: 19/5/2008 às 14:52:48 comentar(0)

 
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