Apesar da teledensidade brasileira ter ultrapassado a marca de oito celulares para cada dez pessoas no último balanço da Anatel, o País ainda fica aquém dos padrões latinoamericanos. De acordo com a consultoria 3G Américas, a Argentina o Uruguai e a Venezuela ultrapassaram os 100% em março.
No Uruguai, o índice é de teledensidade é de 113%, ou seja, toda a população tem pelo menos uma linha móvel e há pessoas com mais de um celular. Na Argentina, esse percentual chega a 111%; na Venezuela, a 103%; no Chile, a 96%; na Colômbia, a 91%. Dos países avaliados, apenas o México apresenta índice menor que o Brasil: 74%.
A 3G Américas destaca que, no primeiro trimestre do ano, o Brasil ganhou 4,3 milhões de novas assinaturas entre celulares e modens de acesso à internet banda larga.
“O forte crescimento do número de assinantes 3G faz com que as operadoras possam, antes do previsto, criar uma maior infra-estrutura para a tecnologia. Cabe, agora, correr contra o tempo e criar redes cada vez mais amplas, pois nada frustra mais o assinante do que pagar por um serviço e não poder usá-lo”, comenta Erasmo Rojas, diretor para América Latina e Caribe da 3G Américas.
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